O Instituto Há Esperança nasceu há mais de 32 anos do sonho e da dedicação do fundador Robson Teixeira Gondim.
Tudo começou com um gesto simples de solidariedade: acolher pessoas em situação de vulnerabilidade e oferecer alimentação, apoio humano e um novo sentido para vidas que pareciam ter perdido a direção.
Ao entrar nas comunidades, Robson percebeu que outra realidade exigia atenção urgente: crianças e adolescentes do Bairro Oziel, em Campinas (SP), viviam expostos à violência, à evasão escolar e à exclusão social. Foi ali, no Parque Oziel, que nasceu uma segunda missão igualmente importante: acolher, educar e transformar jovens por meio do esporte, da arte, da formação profissional e, acima de tudo, da esperança.
O primeiro espaço foi conseguido com um empréstimo de um prédio, onde as atividades começavam aos sábados. Hoje, já são 17 anos de atuação contínua dentro do Parque Oziel, com uma biblioteca, uma horta comunitária e uma rede de cuidado que atende aproximadamente 200 crianças e adolescentes entre 5 e 16 anos no contraturno escolar.
No Oziel, o Instituto Há Esperança acredita que toda pessoa pode florescer quando recebe apoio, orientação e oportunidade. Não basta oferecer acolhimento: é preciso restaurar a dignidade, devolver a autoestima e construir caminhos reais de inclusão social.
Desenvolvimento corporal, disciplina e expressão artística
Karatê e Muay Thai
Convívio saudável, integração e fortalecimento de vínculos
Inclusão digital e capacitação para o mundo moderno
Apoio pedagógico para consolidar o aprendizado e reduzir a evasão
Convívio saudável, integração e fortalecimento de vínculos
Essas oficinas não são apenas aulas: são espaços de convivência, criatividade e transformação. Nossa meta é que cada criança e adolescente descubra seu potencial, ganhe confiança e tenha ferramentas reais para construir um futuro melhor.
O Instituto Há Esperança no Oziel segue construindo caminhos de transformação porque acredita que a maior dor de quem vive em vulnerabilidade não é apenas a falta de coisas, mas ser esquecido. Por isso, estamos lá — oferecendo música, esporte, estudo, arte e escuta. Estamos lá em cada gesto, em cada aula, em cada vida que reencontra a esperança de um recomeço.